Aos poucos o Estado Brasileiro (Executivo, Legislativo e Judiciário) vai absorvendo ao cotidiano do serviço público a utilização das ferramentas de Mídias Sociais.
O Estado de São Paulo é o pioneiro, pois o próprio governador do estado é um estusiata. Por lá de forma oficial foi liberado o seu uso dentro das repartições.
Não é uma tendência exclusiva brasileira, esse movimento também ocorre no exterior.
Alguns órgãos adotam as plataformas existentes como Facebook e Twitter, mas há os que criam próprias plataformas como o MinC por meio da Cultura Digital.
Os dizeres de José Murilo Junior, Ministro da Cultura, é um consonante do pensamento geral.
A ideia de criar uma rede de mídia social no governo nasceu da necessidade de trazer a participação da população nas discussões das políticas públicas”, comentou o gerente de Cultura Digital da Secretaria de Políticas Culturais do MinC
Nos órgãos federais ainda é tímido ante o pionerismo do estado de SP. Recentemente o Governo federal deu uma “escorregada” ao se tratar de usar uma ferramenta de Mídias Sociais. O blog do Planalto. Houve repercussão no twitter exatamente pela ausência do espaço para comentários. Isso demonstra que muitos gestores ainda estão com a cabeça lá do copidesque! Apesar disso se tem seguido a tendência.
Aqui neste blog defendemos o uso de Redes Sociais e Mídias Sociais como ferramenta de Estado, não de governo.
Uma política estatal a longo prazo, pois assim se juntaria àquela velha expressão: “Usando a máquina pública”!


