Monitoramento a serviço do Estado

Calma pessoal! Não é nada relacionado à censura e controle do Estado em Mídias Sociais.

Não pude estar presente no Seminário Info, mas pude ter uma leve noção do que realmente foi discutido por lá.

“Twitter é ferramenta para se ouvir” afirmou Marcelo Tas.

Realmente é uma frase muito retuitada entre os blogueiros e twitters.

Não quero lançar-me como especialista na área coisa que eu não sou e nunca fui. O meu foco entre milhares de blogs e sites da área é bem mais específico: Serviço Público.

Gostei muito do tema “Monitoramento das redes sociais” e já tinha captado como ótima ferramenta para isso.

A análise da repercussão, não de produtos, não de marcas, nem de modismos, mas repercussão mais voltada para as ações de assessoria de comunicação social de instituições públicas.

Como um conjunto a ser repassado aos diretores e presidentes, para que este possam saber como é que o seu trabalho está sendo visto pela população, deve se separar a repercussão das Mídias convencionais e das Mídias Sociais.

Às vezes a repercussão de uma não garante sucesso na outra.

Mas ambas dão noções de diretrizes que devem ser tomadas.

O monitoramento Mídias Convencionais é de conhecimento de todos: Criação de Pauta, contato  primeiro com principais jornalistas setoriais da grande imprensa. Depois para os demais meios, por fim as análises quantitativas e qualitativas do que foi repercutido.

Mas as Mídias Sociais tem outra forma de análise que deve seguir duas etapas:

1)      O monitoramento da imprensa e dos jornalistas formadores de opinião.

Não há como negar que maioria dos jornalistas tem twitter. Não como lazer, mas como ferramenta de pauta. Se gerarmos pautas através de releases ou nota, devemos monitorá-lo. Se pauta foi vendida, sua divulgação dará por todos os meios, inclusive por microblogs por meio de Feed, que muitos veículos se utiliza desse recurso.

2)      O monitoramento dos retweet

O mais importante não é “seguir” e ter “seguidores”, somente gerar interação, mas para o Jornalismo, o seu maior bem e produto, é a informação. Divulgar é fácil, tanto na assessoria de imprensa e no twitter ou em qualquer outra rede sociais. O difícil é fazer com que essa informação tenha aceitação para ser gerada uma “onda” que se propaga. No Twitter a informação só começa a ter efeito quando é repassada ou “retuitada”. É neste ponto que é interessante o monitoramento da repercussão da notícia.

Os sites noticiosos, agências de notícias e blogs costumam divulgar notícias em tempo real do que foi posto no site, diretamente para o twitter do meio de comunicação.

Geralmente os usuários repassam essas informações, gerando uma cadeia de repasses. No ambiente de redes sociais, esse repasse tem um valor significativo. Pois só se repassa o que os usuários acham relevante. No twitter há a ferramentas de Tag’s, é por meio disso que se descobre, nas mídias sociais houve ou não repercussão.

Há outras formas de monitoramentos mais específicos, mas é muito utilizado por publicitários e profissionais de Marketing. A Análise do reflexo de Marca e produto.

Para a área de comunicação institucional já não é interessante.

Pois o papel do Estado não é autopromoção. Em outro momento falarei da utilização desse meio como análise dos serviços prestados.  

É só

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