Twitter o elo da instituição com a sociedade

O sucesso do twitter corporativo? Perfil humanizado, eis aí o segredo!

social-media

O sucesso das Mídias Sociais é tão grande, que as instituições não têm opções, elas são obrigadas a se adequarem, pois devem sempre estarem à disposição da população geral, como  dos profissionais que atuam na área de responsabilidade e, por fim, atenderem  a imprensa que já se utiliza desses meios para buscar pautas.

Se há a intenção de interação ou não, se é apenas mais um meio de divulgação oficial, o importante é que o órgão deve estabelecer elementos que o tornam mais atraente para pessoas comuns.

Humanizar a interação é a palavra chave.

Além é claro de dar autenticidade e transparência

Segue então 4 dicas de como tornar o perfil do órgão mais convidativo para que as pessoas possam interagir, opinar e esclarecer dúvidas.

1. Revelar quem está por trás das mensagens.

Não importa quem esteja responsável pelas atualizações: o diretor, o gerente ou uma pessoa que está gerenciando o perfil ou mesmo um estagiário.
O importante é:  Oq ue deve estar por trás do perfil é uma PESSOA. Aqui no Brasil pode parecer óbvio isso, mas em países como os EUA, é grande o número de máquinas que publicam tweets automaticamente.

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Por isso o responsável deve ser uma pessoa. Se tratando de órgãos públicos o ideal dar treinamento aos servidores com perfis identificados. O Estado de São Paulo adotou essa medida;

2. Mostre personalidade.

Esses servidores teriam orientações em como interagir em nome do órgão, com regras e tudo. Limitando alguns excessos, estes podem alternar tweets sérios com tweets mais leves e divertidos. Somente tuitar assunto do órgão mais afasta do que atrai.

As pessoas com certeza se aproximariam e não mancharia a imagem institucional, pois estaria delimitado e ficaria claro aos que vissem o perfil que é uma opinião pessoal e não opinião do órgão.

3. Admitir quando está errado.

O terror de 10 em 10 órgãos é quando se estoura uma crise por conta de um erro. É natural esse medo, porque a imprensa não perdoa o deslize, é complicado. José Arbex Jr. Explica esse fenômeno em seu livro “Shownalismo” e da necessidade da imprensa de tornar notícia em show de entretenimento.

Crises aparecerão, bem ou mal, impedir é impossível. Afinal, aviões caem, barcos afundam, barragem cede, erros humanos, etc etc. Então o jeito é diminuir os impactos.
Deixar de usar mídias em razão disso é leviano.

Do mesmo modo que a assessoria de imprensa com um plano de crise para as mídias convencionais, deve se ter nas mídias sociais.
E tendo sensibilidade em admitir erros ocasionados exclusivamente pelo órgão tem o efeito positivo e de maior credibilidade.
Não é só admitir o erro, mas repará-lo de imediato.

4. Conheça seus seguidores.

É importante saber quem são as pessoas que estão interagindo com a instituição. É dela que irem ter as informações que os call centers e a ouvidoria não conseguem adquirir. É uma relação direta e muito boa. Ao saber as afinidades fica mais fácil tornar a aproximação mais fácil.

Com isso algumas pessoas poderão passar o feedback de uma falha do pacote de obras da prefeitura ou que determinada escola não recebeu o repasse ou que uma rua que não foi asfaltada de forma correta.

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